quarta-feira, 28 de maio de 2014

Apreensão de madeira ilegal em Parauapebas, no Pará

Através de denúncia agentes da polícia apreenderam seis caminhões com carga de castanheira avaliada em R$ 300 mil 
Carga avaliada em 300 mil reais
Segundo diretor Rodrigo Paiva da 20ª Seccional de Polícia Civil de Parauapebas, a madeira estava sendo transportada sem autorização dos órgãos competentes, ICMBio e Ibama, em seis caminhões, dois transportando toras e quatro madeira serrada de castanheira. Agora os motoristas vão ser autuados pelo art. 46, parágrafo único da lei de crime Ambiental sendo verificadas outras possíveis infrações cometidas já que há indícios de que os veículos estão com sinais identificadores adulterados, além do crime ambiental, situação constatada no flagrante. 
Carga toras de castanheiras
A partir de agora  inicia-se uma investigação mais sofisticada no intuito de identificar quem são os receptores e mesmo os responsáveis pela extração dessa madeira, seja em Parauapebas ou em Canaã dos Carajás. "Quem adquire madeira sem a nota fiscal, sem autorização legal, também comete crime", disse o diretor em entrevista concedida a nossa reportagem. "A polícia vai intensificar as investigações pra conseguir alcançar o maior número de infratores possíveis."
Seis motoristas foram apresentados na Depol, tanto pelas circunstâncias em que foram detidos como pelos agravantes advindos de multas de trânsito, ausência de habilitação de alguns e tentativa de fuga do local. A conduta individual de cada um vai ser analisada e vão responder pelos crimes observados conforme apreciação do delegado competente.

A madeira, nos seis caminhões, está avaliada em R$ 300 mil reais, nessas circunstâncias a polícia aciona os órgãos competentes para que realizem o auto de infração e seja atribuído as penalidades às pessoas que estavam transportando, eventualmente aos donos das máquinas que estariam fazendo a extração para que seja apurado se trata de madeira advinda de áreas de preservação permanente, área da união ou mesmo terra do estado, e também aos receptores. (Caetano Silva e Patrícia Oliveira)

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