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| Loane Maranhão da Silva, morreu quando exrecia seu trabalho |
A escrivã Loane Maranhão da Silva Thé, de 31 anos de idade foi esfaqueada no momento em que colhia o depoimento do suspeito. A policial ainda gritou por socorro, enquanto Francisco desferia os golpes. Ao ouvir os gritos da colega, a investigadora Marilene Moraes, entrou na sala e também acabou sendo esfaqueada pelo homem.
A escrivã não resistiu aos ferimentos e morreu em um hospital local. A investigadora recebeu os primeiros socorros e se recupera dos ferimentos. O suspeito foi preso minutos depois, próximo ao Terminal Rodoviário da cidade.
De acordo com o superintendente de polícia civil do interior, Jair Paiva, o corrido apenas retrata a falta de segurança nas delegacias. "O que acontece é que era uma faca pequena de cozinha e ele não foi conduzido, não foi preso. Compareceu por causa da intimação, sentou lá e foi prestar depoimento normalmente. Por mais que a polícia já esteja calejada nesse tipo de situação, é difícil porque muitas pessoas alegam constrangimento", explicou em entrevista a uma rádio da capital.

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