quinta-feira, 3 de julho de 2014

Série produção rural: Variedade de produção é estimulada em pequenas propriedades

Fotos: Irisvelton Silva | Ascom
O dia começa bem cedo para a agricultora Rosangela Ferreira, que possui uma propriedade de sete alqueires (cerca de 20 hectares) na zona rural conhecida como Carlos Fonseca. Ao lado dos filhos e sobrinho e com o apoio da Prefeitura de Parauapebas, ela comercializa produtos cultivados em sua própria terra e vive feliz com sua família.
A equipe da Secretaria Municipal de Produção Rural (Sempror) responsável pelo apoio técnico na localidade é composta por Ilmara Ribeiro, técnica em agropecuária; Cristiano Alves, técnico agrícola; Lazara Souza, zootecnista; Jonaldo Santos, técnico agrícola e o médico veterinário Antonio Junior, que ajuda e orienta Rosangela e outros produtores a implementar sua produção.
“Foi graças a eles que consegui o tanque de piscicultura e também consigo produzir mais mandioca”, declarou a produtora que ainda recebe sementes e gradeamento de áreas para plantio. Ilmara Ribeiro, coordenadora da Sempror responsável pela região, disse que além do tanque com capacidade para mil peixes, os técnicos também acompanham o crescimento e realiza o cálculo para ração dos animais.
O trabalho dos técnicos estimulou a produtora a aumentar o plantio de mandioca. Ela vende quase toda sua produção para supermercados de Parauapebas. Além da mandioca, seus derivados como farinha, tucupi, fécula e até maniçoba são comercializados por Rosangela que usa o veículo adquirido graças ao sucesso do seu trabalho para transportar a mercadoria à cidade.
Frutas como abacaxi, cajá, goiaba, acerola, cupuaçu, abacate e coco também dividem espaço na caminhonete de Rosangela na hora da comercialização. Ela ainda tem consumidores interessados em suas hortaliças, milho, leite, ovos e queijo que produz e consegue tempo para aprender a fabricar doces e iogurte.
Apesar da dura rotina, Rosangela não reclama do trabalho, se sente feliz com a vida e agradece os incentivos que tem recebido pela equipe da Sempror. “Com o adubo e o calcário que a Prefeitura forneceu produzo uma média de 700 quilos de mandioca por mês. A qualidade das frutas também subiu muito. Nossa vida melhorou bastante e não pretendo sair da minha terra”, afirmou.
Anderson George/ Núcleo de Imprensa | Ascom

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