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Adenilton Freitas (Presidente, Antonio Junior (Secretário
geral),
e o vice presidente, Leomar de Jesus, comandam a greve na
PA-275.
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greve que está paralisando parcialmente as atividades de vários
setores dentro do supermercado Mix Mateus localizado as margens da
rodovia PA 275. Bairro Nova Carajás, tem prejudicado não só as economias
da rede, principalmente pessoas que necessita fazer compras para
abastecer dispensas, a procura por produtos com preços acessíveis tem
sido motivo da população procurar outros estabelecimentos comerciais
para aumentar seu poder de compra.
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| Funcionária adere greve e assina ficha de filiação ao SINTRACPAR |
Deflagrada pela adesão de mais de 350 funcionários, que em assembléia da
categoria dia 29 /09, autorizaram o Sindicato dos Trabalhadores no
Comércio de Parauapebas-SINTRACPAR. cobrar seus direitos amparados na
lei que autoriza a fazer greve, na manhã seguinte dia 30/09, os portões
de entrada e saída foram literalmente obstruídos pelos trabalhadores da
ativa e por aqueles que haviam sido demitidos por outros motivos. Pelas
primeiras horas do dia o estacionamento que dias de funcionamento normal
fica lotado, era um deserto.
Redução da jornada de trabalho de 08:33 minutos para seis horas, assédio
moral, desvio de função pagamento do tickt alimentação são algumas das
reivindicações elencadas na pauta pelos trabalhadores na greve que se
estende pelo sundo dia. Uma nota distribuída pelo setor jurídico do
supermercado contesta as exigências, o advogado Diego Eceiza Nunes OAB
8.092/MA. responsável pelo setor jurídico do Mateus Supermercado S/A. O
causídico afirma na nota funcionando como informativo de greve que,
as reivindicações dos funcionários parte já foram atendidas, a outra
metade será atendida após o fim das paralisações em curso.

Segundo o manifesto oficial da empresa que cumpre a convenção coletiva
fechada no final do mês de julho 2015. Cujo o registro está feito no
Ministério do Trabalho e Emprego(MTE), dia 03/08/2015.
Dentro do movimento grevista onde está várias pessoas cobrando
direitos trabalhistas e outras querendo humanização em suas jornadas de
trabalho, são aqueles que alegam cumprir ordens absurdas dos chefes,
além de executar tarefas das quais não está dentro das clausulas dos
respectivos contratos de trabalho (desvio de função), a reportagem ouviu
relatos de ex funcionárias que sofreram abusos sexuais em seus locais
de trabalho.
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Vanete
Rodrigues abriu o bocão a respeito de crimes
praticados por
chefes dentro do supermercado
Mix Mateus Parauapebas!
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Vanete Rodrigues da Silva que trabalhou como embaladora conta que
ouviu relatos de humilhações por trabalho de desvio de função e até de
estupro no interior da loja, situação violentas praticadas por dois
chefes J.B e Rogério( setor não explicado e açougue), segundo a delatora
as vitimas mantiveram por algum tempo relação sexual a força com seus
superiores e hieráco, de pre nomes J.B e Rogério, ela inclusive usou o
microfone para falar que o marido de uma das vitimas foi armado até a
sede da empresa supermercado Mix Mateus com revólver em punho para matar
o chefe galanteador.
Verônica Vale (Açougueira), a vitima que falou para a reportagem disse
ter sido demitida do do trabalho há um um mês, segundo ela, motivo de
ter denunciado seu chefe estuprador(Rogério), a vitima conta que teve
mais de uma relação sexual contra a sua vontade, o argumento do chefe
estuprador era que para se manter no trabalho a vitima teria que aceitar
tal humilhação. Verônica disse que foi estuprada dentro de uma câmara
fria desativada,
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Verônica afirma ter sido vitima de estupro por chefe do
açougue
do supermercado
Mix Mateus de Parauapebas.
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Uma comissão composta de funcionários:
Domingos Rodrigues da Silva auxiliar de depósito, Nassor da Luz de
Oliveira repositor, Felipe Hipólito repositor de mercearia, Bruna de
Oliveira Santos auxiliar de loja I, Antônia Leila Oliveira de Castro
auxiliar de loja I I, Leuana Letícia Lopes de Souza auxiliar de
açougueira e Mislene de Oliveira Soares auxiliar administrativo são as
pessoas que vão tratar desse assunto e outros, trabalhadores que
procuraram membros do sindicato da categoria para se tornarem solidários
com a dor de uma das vítimas e com o desabafo da ex colega de trabalho
revoltada. Para elas, o caminho será procurar as policias civil e
militar que poderá ouvir a vitima e a mulher que faz as acusações
graves, que os acusados chefes J.B e Rogério paga pelos crimes que
supostamente tenham cometidos.
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Comissão de funcionários procurou o sindicato
SINTRACPAR
para tratar de
assuntos diversos, a revolta predomina entre
eles no caso da ex colega estuprada no supermercado.
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A reportagem tentou ouvir o chefe J. B ele atendeu a reportagem no
estacionamento mais não quis gravar entrevista e muito menos deixar ser
fotografado. Quanto ao segundo acusado, senhor Rogério, chefe dos
açougueiros, a reportagem não o localizou para se defender.
Vídeo com gravação das entrevistas das duas mulheres vitima e testemunha
estão sob o poder de um jornal escrito, local,
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