segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Homem mata algoz por discussão banal

Ele puxou um punhal pra mim
e eu furei ele com minha faca.
Já se encontra preso a disposição da justiça o nacional Renato da Silva Júnior, de 22 anos de idade, acusado de ser o autor da morte de um homem ainda não identificado pela família, morto com um golpe de faca no abdômen na noite de sábadoc 12, em um bar, no bairro Rio Verde. Renato Silva, foi apresentado na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas, pela guarnição do Cabo PM Sodré. 

Segundo o policial, vítima e acusado teriam se desentendido e a vítima teria puxado um punhal para o acusado, instante em que o acusado sacou de sua faca peixeira e desferiu um único golpe no abdômen de seu algoz. 

Socorrido por populares e levada para o Hospital Municipal de Parauapebas, onde recebeu os primeiros socorros. O até então desconhecido veio a óbito nas primeiras horas da madrugada de domingo. 

No entanto o que o acusado não sabia era que seu algoz havia vindo a óbito e nem imaginou que a polícia poderia ir atrás dele.
O corpo da vítima ainda permanece
sem identificação no IML

Segundo o policial, logo pela manhã uma testemunha teria procurado a sua guarnição e informado que o autor do esfaqueamento ocorrido na noite anterior na rua 15 de Novembro, bairro Rio Verde, estaria tranqüilo em casa, próximo ao local do crime. 

Ouvido pela reportagem o acusado alegou que agiu por legitima defesa, uma vez que o desconhecido teria escorado ele com um punhal. “Ele quis me furar, então me defendi, mas, estou arrependido eu não tinha intenção de matar-lo” se defendeu. Renato da Silva Júnior, foi autuado por homicídio simples: artigo 121. Matar alguém:
Pena - reclusão, de seis a vinte anos.

§ 1º Se o agente comete o crime impelido por motivo de relevante valor social ou moral, ou sob o domínio de violenta emoção, logo em seguida a injusta provocação da vítima. Até o fechamento desta matéria o corpo da vítima se encontrava na geladeira do Instituto Medico Legal (IML), de Parauapebas. ainda sem identificação. (Caetano Silva)

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