| Adejanes Santos, completou 22º vez que foi preso. |
Na madrugada de sábado 13, o sargento PM Severo apresentou na delegacia de Polícia Civil em Parauapebas o desocupado Adejanes dos Santos Neto, 18 anos de idade, preso pela 22º vez pela pratica de assalto a transeunte na rua de Parauapebas.
O policial conta, que o acusado e seu comparsa não identificado que fugiu ao ver a polícia, teria acabado de praticar um assalto no bairro Liberdade e fugido para outro bairro e quando passava pela Avenida Liberdade no bairro da Paz, a corrente da moto caiu, levando os mesmos a empurrar o veículo, naquele exato momento uma guarnição da PM realizava ronda de rotina no local e resolveram abordar a dupla.
Ao ver a GU o piloto da moto se evadiu do local ficando apenas garupa que empurrava a moto com uma faca na cintura.
O PM contou ainda que logo que parou para revistar o suspeito as vítimas chegaram ao local. “Ao que parece eles estavam sendo seguidos pelas vítimas, porque logo que abordei o ladrão suas vítimas apareceram” ressaltou o policial.
Já na delegacia o casal de vítimas contou para reportagem como foi a ação da dupla. “Nos vinha chegando do hospital em casa e o portão estava aberto, quando descer da moto eles chegaram logo atrás, um dele gritou bem alto e a gente nem entendeu que se tratava de um assalto, a ficha só caiu quando vimos a faca na mão dele”, contou uma das vítimas.
Na ação criminosa a dupla subtraiu do casal, dois celulares, que foram recuperados pela polícia e devolvidos aos seus legítimos donos.
Para a reportagem o apresentado confessou ter realizado cerca de três assaltos naquela noite e ainda disse que isso era da vida, já que pratica esse tipo de delito desde seus 15 anos, e acrescentou ainda que não é usuário de droga e sim de cachaça, e que pratica roubo para sustentar seu vicio.
Ele fez questão de lembra que era a vigésima segunda vez que estava sendo preso e em ar de riso falou que só foi pego pela PM naquela noite por que a corrente da moto que usava para cometer os assaltos teria caído quando fugia do local do crime.
(Caetano Silva)
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